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sexta-feira, 31 de outubro de 2025
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
Ajuste de Rota? O que o Balanço do 2T de 2025 do Banco do Brasil Revela
Ajuste de Rota? O que o Balanço do 2T de 2025 do Banco do Brasil Revela
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2025, reportando um lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões. Esse valor representa uma queda de 60% em relação ao mesmo período do ano anterior e ficou abaixo das projeções de R$ 4,99 bilhões do consenso da LSEG.
Apesar da queda no lucro, a carteira de crédito expandida do banco cresceu 11,2% em comparação anual, atingindo R$ 1,24 trilhão. O destaque foi o avanço em crédito para pessoas jurídicas e agronegócio, que cresceram 14,7% e 8%, respectivamente.
Um ponto de atenção no balanço foi o aumento de 89,3% nas perdas esperadas por empréstimos no primeiro semestre. O banco atribuiu esse crescimento à inadimplência nas carteiras de agronegócios e Micro, Pequenas e Médias Empresas, e informou que está tomando medidas para revisar os fluxos de cobrança e reforçar o relacionamento com os clientes. A presidente do BB, Tarciana Medeiros, mencionou que 2025 é um ano de ajuste para que o crescimento futuro possa ser acelerado.
Em resumo, os resultados do 2T de 2025 do Banco do Brasil indicam um trimestre de ajustes, com um lucro abaixo do esperado, mas com um crescimento contínuo da carteira de crédito.
"Quem tem, mantenha, quem não tem, compre”, diz CEO
A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, enviou um recado direto aos investidores em uma coletiva de imprensa sobre os resultados do 2º trimestre de 2025. Questionada sobre a recente volatilidade das ações (BBAS3), ela foi clara: "Quem tem, mantenha, quem não tem, compre".
A declaração demonstra a confiança da liderança na performance futura do banco. Medeiros também rebateu a ideia de um "componente político" nas atividades do BB, destacando que o verdadeiro fator é o "componente país".
Apesar dos desafios, como o aumento da inadimplência no agronegócio, o banco se mostra confiante em suas estratégias. A CEO afirmou que o problema não é sistêmico e afeta cerca de 20 mil clientes, e que a instituição está reforçando as ações de cobrança e renegociação.
Em suma, a mensagem do Banco do Brasil é de confiança e otimismo, buscando tranquilizar o mercado e reforçar a tese de que a empresa tem bases sólidas para o crescimento.
domingo, 10 de agosto de 2025
DEVA11: Uma Análise Detalhada do Relatório Gerencial
DEVA11: Uma Análise Detalhada do Relatório Gerencial de Junho de 2025
Para os investidores que acompanham o mercado de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), a análise dos relatórios gerenciais é fundamental para a tomada de decisões. O DEVA11, gerido pela Devant Asset, divulgou seu relatório referente a junho de 2025, apresentando destaques importantes sobre performance, rendimentos e a gestão de seu portfólio.
Destaques e Performance
O fundo DEVA11 é focado em rendimentos e ganhos de capital de ativos financeiros com lastro imobiliário, principalmente Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI)
Nos últimos 12 meses, o fundo distribuiu um total de R$ 5,30 por cota, com um dividend yield de 15,85%
A cota de mercado fechou o mês a R$ 33,43, enquanto a cota patrimonial está em R$ 98,18, mostrando que o fundo está sendo negociado com um P/VP (Preço/Valor Patrimonial) com desconto
A distribuição de dividendos de junho foi influenciada por um menor nível de inflação (IPCA) no período de correção das operações, resultando em um resultado de cerca de R$ 0,44 por cota
Atualizações do Portfólio e da Gestão
O relatório destaca a atuação da gestão em relação a dois CRIs que representam parte significativa do Patrimônio Líquido do fundo: WAM (7,19% do PL) e Pride (4,11% do PL)
CRI WAM: Foi aprovado um novo período de carência para amortizações e juros, com validade até dezembro de 2025
CRI Pride: Foi concedida carência para o pagamento das amortizações até julho de 2025, com substituição das garantias por novos empreendimentos
A gestão do fundo continua a acompanhar mensalmente os indicadores operacionais e financeiros das empresas que receberam concessões de
waivers e trabalha em conjunto com as securitizadoras na recuperação de ativos inadimplentes
Atualização Regulatória
Em 10 de junho de 2025, o regulamento do DEVA11 foi atualizado para se adequar à Resolução CVM 175
O DEVA11 possui um total de 88.417 cotistas e uma liquidez média diária de R$ 1,665 milhões
Aviso: O conteúdo acima é uma análise baseada no relatório gerencial de junho de 2025 do DEVA11 e não deve ser considerado uma recomendação de investimento. A rentabilidade passada não garante rentabilidade futura. É fundamental que cada investidor realize sua própria análise e due diligence antes de investir.
URPR11 - Uma Análise do Relatório Gerencial
URPR11 - Uma Análise do Relatório Gerencial de Junho de 2025
Olá, investidor! Trazemos hoje uma análise detalhada do relatório gerencial de junho de 2025 do URCA PRIME RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (URPR11). O fundo, com foco em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) pulverizados de empreendimentos residenciais, apresenta um cenário de gestão ativa e distribuição mensal de rendimentos
Destaques do Mês e Considerações do Gestor
O mês de junho foi marcado por importantes avanços nos empreendimentos do fundo
O cenário macroeconômico brasileiro, segundo o relatório, mantém-se relativamente estável
Performance e Rendimentos
A cotação do URPR11 na B3 fechou junho em R$ 40,35, com um Patrimônio Líquido de R$ 1.170 milhões e um Valor Patrimonial por Cota de R$ 99,72
A demonstração do resultado do exercício em regime de caixa mostra que o fundo apurou R$ 0,71 por cota em recebimentos em junho
Mercado Secundário e Liquidez
A liquidez média diária do URPR11 em junho foi de R$ 1,665 milhões




